sexta-feira, 29 de abril de 2011

Tudo só depende de mim.



Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim! (Charlie Chaplin)


Você já parou


.. pra pensar que existe uma pessoa que precisa ver o seu sorriso todos os dias?

Conservar a capacidade de amar apesar dos contra tempos, é o que nos manterá vivos.

Críticas e elogios, são bem vindos, mas se for criticar, antes faça melhor.

É importante dizermos às pessoas que amamos, o quanto as amamos enquanto elas podem ouvir.

Qualquer estudante de medicina,

sabe que batimentos cardíacos acelerados são um sinal de problema. Um batimento cardíaco acelerado pode indicar qualquer coisa, de um transtorno de pânico, a alguma coisa muito, muito mais séria. Um coração que bate aceleradamente ou um que pula uma batida, pode ser um sinal de uma aflição secreta. Ou pode indicar um romance. Que é o maior problema de todos. Parece que não temos controle sobre nossos próprios corações. Condições podem mudar sem aviso, romances podem fazer o coração bater assim como o pânico. E o pânico pode faze-lo parar, frio, no seu peito. Não é de se estranhar que médicos gastam tanto tempo tentando manter o coração estável. Para mante-lo calmo, estável, regular. Para evitar que o coração saia do seu peito, de tanto bater pelo medo de algo terrível ou da expectativa de uma outra coisa totalmente diferente.